A piloto explicou que ordenou a retirada do passageiro por uma questão de segurança. “Se acontece qualquer coisa, uma rajada, se acontece uma turbulência, que ele sinta desconfortável e entra em pânico, ele pode colocar um avião com 100 pessoas inteiro em pânico dentro da aeronave”, diz. A Polícia Federal foi chamada para retirar o passageiro.
A situação, até então inusitada para Betânia, aconteceu no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no último dia 18. O voo da Trip ia para Palmas, com escala em Goiânia. Ao saber que o avião seria pilotado por uma mulher, um passageiro comentou que, se soubesse que era uma comandante, não teria embarcado. "Ele não me xingou". Para ela, o passageiro comentou que iria voar só porque precisava.
Depois de quase uma hora de confusão, a piloto contou que os outros passageiros ficaram irritados com a atitude do homem. “Ele ficou mais alterado, veio aqui para frente, começou a fazer discurso, os passageiros se alteraram com ele, falaram com ele que era para ele resolver a vida dele e descer”, lembrou Betânia.



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