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26 de mai. de 2012
Pequeno avião cai em jardim de casa na Califórnia
Avião de pequeno porte sai da pista no momento do pouso em BH
Um avião de pequeno porte saiu da pista e caiu em um barranco no momento do pouso neste sábado (26) no Aeroporto Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, apneas o piloto estava na aeronave e não ficou ferido.
(Correção: ao ser publicada, a reportagem informou que o acidente havia acontecido durante a decolagem. O erro foi corrigido às 10h40.
De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, o monomotor pertence a uma escola de aviação e saiu do Aeroporto da Pampulha. O acidente vai ser investigado.
29 de ago. de 2011
Avião faz pouso forçado no meio da rua na Alemanha
O piloto de um pequeno avião particular fez um pouso de emergência em uma pequena rua no oeste da Alemanha, passando de raspão ao lado de uma casa e um poste de luz, na manhã deste domingo.A rua tem apenas cinco metros de largura. A polícia disse que o avião foi forçado a descer por causa de um problema técnico, mas não deu muitos detalhes. Não há estimativa de danos causados.
2 de ago. de 2011
30 de jul. de 2011
Avião com 162 a bordo sai da pista e se parte em dois no pouso na Guiana
Um avião da Caribbean Airlines, vindo de Nova York e com 162 pessoas a bordo, saiu da pista durante a aterrissagem neste sábado (30) na Guiana, segundo as autoridades locais.
O acidente ocorreu no aeroporto internacional Cheddi Jagan, próximo à capital, Georgetown. Chovia bastante na hora.
Havia 154 passageiros e 8 tripulantes a bordo.
Várias pessoas tiveram de ser resgatadas do interior da aeronave, segundo os bombeiros. Os passageiros tiveram de sair pela porta de emergência.
O ministro da Saúde, Leslie Ramsammy, disse que um passageiro teve uma perna fraturada e outros tiveram ferimentos leves.
A aeronave, um Boeing 737-800, quebrou-se em duas após sair da pista e deslizar por uma encosta.
O aeroporto ficou fechado temporariamente para pousos e decolagens.
29 de jul. de 2011
Queda do voo 447 da Air France foi provocada por três fatores, diz jornal
A queda do Airbus A330 da Air France que cumpria o voo 447 Rio-Paris foi provocada por três fatores, informa o "Le Figaro". O jornal francês diz que o relatório produzido pelo Escritório de Investigações e Análise (BEA, na sigla em francês), que analisou os dados e gravações das caixas-pretas, informará nesta sexta-feira (29) que o acidente foi causado pelo congelamento das sondas Pitot, perda brusca de velocidade da aeronave e erro de um copiloto.
O avião voo 447 da Air France caiu no Oceano Atlântico em 1º de junho de 2009, matando 228 pessoas.
Segundo o periódico, o relatório vai dizer que a tripulação não conseguiu entender no cockpit os problemas enfrentados pelo avião e que foi incapaz de resolver a situação a tempo de evitar a tragédia.
De acordo com o relatório que o jornal afirma estar antecipando, o copiloto menos experiente não teria recebido treinamento para lidar com perda de velocidade da aeronave.
O "Le Figaro" descreve o que ocorreu na cabine de comando depois que o comandante deixou o cockpit para descansar. Um copiloto experiente assumiu o assento no lado esquerdo da cabine do Airbus; o outro copiloto, o menos experiente, ocupou o assento do lado direito do avião.
Logo após a desconexão do piloto automático, provocada pelo congelamento das sondas externas, o copiloto da direita puxou os controles, levantado o nariz da aeronave e a levando a 37.500 pés.
O relatório vai sustentar que a manobra de puxar o manche “é incompreensível”, pois o procedimento correto no caso seria desacelerar a aeronave e reduzir a incidência, ou seja, empurrando as alças de controle.
Ainda de acordo com a publicação francesa, o relatório dirá que o copiloto da esquerda teria perdido segundos preciosos ao tentar chamar o capitão através de um alarme ao invés de lidar com a pane da aeronave.
Quando o comandante retornou ao cockpit, os copilotos informaram que não estavam entendendo o que estava ocorrendo, mas o comandante "foi incapaz de analisar a situação".
A última informação do relatório, ainda segundo o jornal francês, diz que segundos antes do impacto do Airbus, os controles da aeronave foram levados para o lado esquerdo.
O avião voo 447 da Air France caiu no Oceano Atlântico em 1º de junho de 2009, matando 228 pessoas.
Segundo o periódico, o relatório vai dizer que a tripulação não conseguiu entender no cockpit os problemas enfrentados pelo avião e que foi incapaz de resolver a situação a tempo de evitar a tragédia.
De acordo com o relatório que o jornal afirma estar antecipando, o copiloto menos experiente não teria recebido treinamento para lidar com perda de velocidade da aeronave.
O "Le Figaro" descreve o que ocorreu na cabine de comando depois que o comandante deixou o cockpit para descansar. Um copiloto experiente assumiu o assento no lado esquerdo da cabine do Airbus; o outro copiloto, o menos experiente, ocupou o assento do lado direito do avião.
Logo após a desconexão do piloto automático, provocada pelo congelamento das sondas externas, o copiloto da direita puxou os controles, levantado o nariz da aeronave e a levando a 37.500 pés.
O relatório vai sustentar que a manobra de puxar o manche “é incompreensível”, pois o procedimento correto no caso seria desacelerar a aeronave e reduzir a incidência, ou seja, empurrando as alças de controle.
Ainda de acordo com a publicação francesa, o relatório dirá que o copiloto da esquerda teria perdido segundos preciosos ao tentar chamar o capitão através de um alarme ao invés de lidar com a pane da aeronave.
Quando o comandante retornou ao cockpit, os copilotos informaram que não estavam entendendo o que estava ocorrendo, mas o comandante "foi incapaz de analisar a situação".
A última informação do relatório, ainda segundo o jornal francês, diz que segundos antes do impacto do Airbus, os controles da aeronave foram levados para o lado esquerdo.
Terceiro relatório
O terceiro relatório do BEA será divulgado nesta sexta-feira. O órgão revelará as "circunstâncias exatas" do acidente. Até agora, oficialmente o BEA considera que um defeito nos sensores de velocidade Pitot foi uma das causas do acidente, mas o órgão sempre ressaltou que a explicação definitiva só seria conhecida quando fossem recuperadas as caixas-pretas.
Acredita-se que o mau funcionamento dos sensores não explicaria por si só o acidente.
Caixas-pretas
As duas caixas-pretas - que registraram os parâmetros do voo e as conversas na cabine dos pilotos - foram resgatadas do fundo do mar no início de maio, após passarem 23 meses a 3,9 mil metros de profundidade no Oceano Atlântico.
Na véspera do anúncio deste novo relatório, a associação Entraide et Solidarité AF447 (Ajuda Mútua e Solidariedade AF 447, numa tradução livre) considerou "inaceitável" a acusação aos pilotos do voo e disse que espera que o documento permita compreender suas reações antes do acidente.
"Queremos a verdade. Queremos detalhes técnicos sobre os últimos três minutos do voo para termos uma ideia das reações dos pilotos", afirmou Robert Soulas, presidente da entidade. Em 27 de maio, a BEA divulgou um relatório, mas, para Soulas, a informação dada foi "muito pequena".
"Com base nas informações fornecidas, acreditamos que as acusações contra os pilotos são inaceitáveis. Eles já não mais estão aqui para poderem se defender, é fácil acusá-los. Precisamos de provas concretas", criticou Soulas, que representa as famílias de 60 das vítimas.
Soulas disse ainda que a operação de retirada dos corpos do fundo do mar já foi concluída e que "esperamos para outubro os primeiros resultados das identificações".
Cinquenta corpos foram resgatados logo após o acidente. Outros 104 foram levados para a França em meados de junho este ano. Entre as vítimas de 32 nacionalidades, estão 59 brasileiros e 72 franceses.
Após o acidente, a Justiça francesa abriu um inquérito. O fabricante europeu de aviões Airbus e a Air France foram acusados de homicídio culposo.
20 de jul. de 2011
18 de jul. de 2011
Anac determina suspensão temporária dos voos da companhia Noar
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) determinou neste domingo a suspensão temporária das operações da companhia aérea Noar, responsável pelo avião bimotor que caiu na manhã de quarta-feira (13) em Recife, matando 16 pessoas
O pedido de suspensão veio depois que a Anac recebeu informações da TV Globo de que a companhia "estaria adotando práticas que podem ferir tanto o Código Brasileiro Aeronáutico quanto as regras da agência".
Na tarde de ontem (16), a Anac disse ter recebido cópias de supostas anotações feitas por pilotos relatando problemas técnicos recorrentes na aeronave de prefixo PR-NOA, que não está envolvida no acidente. A Noar possuía dois aviões LET-410, e, com o acidente, apenas a PR-NOA estava realizando voos.
Segundo reportagem do "Fantástico", da TV Globo, as anotações apontam problemas de potência nos motores, ausência de alarme em situações de perda de sustentação, luzes indicativas trocadas, além de risco da porta do trem de pouso se soltar durante o voo.
De acordo com a agência, as anotações dos pilotos deveriam constar no livro de registro de voo e no diário de bordo da aeronave, conforme orientações da Anac e da Instrução de Aviação Civil.
O material recebido pela Anac foi encaminhado para análise técnica e, caso as informações sejam confirmadas, serão anexadas ao processo administrativo aberto para verificar as causas do acidente e as condições técnicas da empresa.
Além disso, de acordo com a Anac, a empresa pode ser multada e até ter sua licença cassada.
OUTRO LADO
Segundo a Noar Linhas Aéreas, o documento contém observações dos tripulantes sobre a aeronave. A empresa afirma que "implantou um sistema auxiliar para ampliar a segurança de suas aeronaves", e que as observações dos pilotos poderiam, após serem analisadas pela companhia, virar ordens de manutenção.
Entretanto, ainda segundo a empresa, o documento foi furtado da empresa nos dias seguintes à tragédia. A Noar afirma que fez boletim de ocorrência na polícia e que o extravio não irá prejudicar a investigação do acidente, já que existem outros registros da aeronave.
A reportagem do "Fantástico" afirma que os documentos foram repassados por uma fonte anônima.
Como prevenção, a Noar diz ter reforçado sua segurança e restringido o acesso de seus documentos às autoridades. Diz ainda que todos os problemas relatados pela tripulação foram solucionados.
Passageiros dos voos cancelados devem procurar a empresa pelo telefone 0800-601-2999.
O pedido de suspensão veio depois que a Anac recebeu informações da TV Globo de que a companhia "estaria adotando práticas que podem ferir tanto o Código Brasileiro Aeronáutico quanto as regras da agência".
Na tarde de ontem (16), a Anac disse ter recebido cópias de supostas anotações feitas por pilotos relatando problemas técnicos recorrentes na aeronave de prefixo PR-NOA, que não está envolvida no acidente. A Noar possuía dois aviões LET-410, e, com o acidente, apenas a PR-NOA estava realizando voos.
Segundo reportagem do "Fantástico", da TV Globo, as anotações apontam problemas de potência nos motores, ausência de alarme em situações de perda de sustentação, luzes indicativas trocadas, além de risco da porta do trem de pouso se soltar durante o voo.
De acordo com a agência, as anotações dos pilotos deveriam constar no livro de registro de voo e no diário de bordo da aeronave, conforme orientações da Anac e da Instrução de Aviação Civil.
O material recebido pela Anac foi encaminhado para análise técnica e, caso as informações sejam confirmadas, serão anexadas ao processo administrativo aberto para verificar as causas do acidente e as condições técnicas da empresa.
Além disso, de acordo com a Anac, a empresa pode ser multada e até ter sua licença cassada.
OUTRO LADO
Segundo a Noar Linhas Aéreas, o documento contém observações dos tripulantes sobre a aeronave. A empresa afirma que "implantou um sistema auxiliar para ampliar a segurança de suas aeronaves", e que as observações dos pilotos poderiam, após serem analisadas pela companhia, virar ordens de manutenção.
Entretanto, ainda segundo a empresa, o documento foi furtado da empresa nos dias seguintes à tragédia. A Noar afirma que fez boletim de ocorrência na polícia e que o extravio não irá prejudicar a investigação do acidente, já que existem outros registros da aeronave.
A reportagem do "Fantástico" afirma que os documentos foram repassados por uma fonte anônima.
Como prevenção, a Noar diz ter reforçado sua segurança e restringido o acesso de seus documentos às autoridades. Diz ainda que todos os problemas relatados pela tripulação foram solucionados.
Passageiros dos voos cancelados devem procurar a empresa pelo telefone 0800-601-2999.
ACIDENTE
O avião bimotor da Noar, que ia de Recife (PE) para Mossoró (RN), caiu após decolar do aeroporto Gilberto Freyre na na manhã de quarta-feira (13).
Após a decolagem, o piloto informou à torre de controle que a aeronave apresentava problema e que iria retornar. Em seguida, ele comunicou que tentaria um pouso forçado na praia de Boa Viagem.
O avião caiu em um terreno à beira-mar cerca de três minutos depois de decolar. Com o impacto, a aeronave pegou fogo e explodiu. Dezesseis pessoas --dois tripulantes e 14 passageiros-- morreram.
Todas as vítimas tiveram politraumatismo como causa da morte, provocado pelo impacto na queda.
INVESTIGAÇÃO
Os gravadores da caixa preta do avião foram danificados pelo fogo. No entanto, o presidente da comissão que investiga o acidente no Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), coronel Fernando Silva Alves de Camargo, disse que as condições de leitura dos equipamentos ainda serão verificadas.
Também serão analisados outros materiais coletados, como motores e hélices da aeronave.
Segundo o delegado seccional de Boa Viagem, Guilherme Mesquita, responsável pelo inquérito que investiga o caso, os depoimentos de testemunhas e representantes da Noar vão começar na segunda-feira (18).
17 de jul. de 2011
Segurança
Em seis meses, número de mortos em acidentes aéreos já supera todo o ano de 2010 número atingido em 2010
O número de mortos em acidentes aéreos no primeiro semestre de 2011 já supera o índice atingido durante todo o ano de 2010. Segundo dados estatísticos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), até quatro de julho deste ano, 41 pessoas morreram em 77 acidentes ocorridos no Brasil. No ano passado, o saldo total foi de 39 mortos em 110 acidentes. E esta diferença vai aumentar ainda mais. Na manhã de quarta-feira (13/7), mais 16 pessoas morreram na queda de um bimotor que fazia um voo comercial em Recife (PE).
Neste ano, a maior parte das ocorrências foi com aviões. Foram 67 contra dez de helicópteros, o que representa 87% dos casos. Ainda de acordo com o Cenipa, os índices mensais de acidentes, de janeiro a junho de 2011, é o mais alto se comparado aos mesmos meses dos anos anteriores (2008 a 2010). Um dos motivos para esse aumento nas estatísticas, segundo o presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), Francisco Lyra, é o crescimento do setor aéreo no Brasil.
Do ano passado para cá, houve um aumento de movimento no setor de 20% a 30%. É de se esperar que esse aumento acompanhe também número de acidentes. A frota brasileira vem crescendo muito. Lyra também explicou que há que se considerar também seguimentos dentro da aviação aérea que fazem diferença dentro dos índices de acidentes

O número de mortos em acidentes aéreos no primeiro semestre de 2011 já supera o índice atingido durante todo o ano de 2010. Segundo dados estatísticos do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), até quatro de julho deste ano, 41 pessoas morreram em 77 acidentes ocorridos no Brasil. No ano passado, o saldo total foi de 39 mortos em 110 acidentes. E esta diferença vai aumentar ainda mais. Na manhã de quarta-feira (13/7), mais 16 pessoas morreram na queda de um bimotor que fazia um voo comercial em Recife (PE).
Neste ano, a maior parte das ocorrências foi com aviões. Foram 67 contra dez de helicópteros, o que representa 87% dos casos. Ainda de acordo com o Cenipa, os índices mensais de acidentes, de janeiro a junho de 2011, é o mais alto se comparado aos mesmos meses dos anos anteriores (2008 a 2010). Um dos motivos para esse aumento nas estatísticas, segundo o presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral), Francisco Lyra, é o crescimento do setor aéreo no Brasil.
Do ano passado para cá, houve um aumento de movimento no setor de 20% a 30%. É de se esperar que esse aumento acompanhe também número de acidentes. A frota brasileira vem crescendo muito. Lyra também explicou que há que se considerar também seguimentos dentro da aviação aérea que fazem diferença dentro dos índices de acidentes
Acidente da TAM completa 4 anos e familiares marcam encontro em SP
Na programação, missas e ato no local do acidente, ao lado de Congonhas.
Avião saiu da pista do aeroporto e bateu em prédio em 17 de julho de 2007.

Os familiares das vítimas do acidente com o avião da TAM, ocorrido em 17 de julho de 2007, irão se reunir neste fim de semana em São Paulo para lembrar os quatro anos da tragédia. A aeronave saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e bateu no prédio da empresa, em frente ao aeroporto, matando 199 pessoas. Os encontros começam um dia depois que a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra três pessoas pelo acident.
A Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam) promove o encontro das famílias em um hotel na Zona Sul de São Paulo. No sábado (16), às 12h, será realizada uma missa na Catedral da Sé, no Centro, com a presença de familiares e amigos das vítimas.
No domingo (17), das 10h às 13h, acontecerá um ato ecumênico no local do acidente, na Avenida Washington Luís, para homenagear as vítimas. Segundo a associação, na ocasião será assinado um protocolo de intenções com a Prefeitura de São Paulo para a construção do Memorial 17 de Julho. “Ficou uma obra bonita, o objetivo do memorial é que aquilo fique marcado para que não volte a acontecer”, explica Dario Scott, presidente da Afavitam. Ele perdeu a filha de 14 anos no acidente.
Ainda no domingo, às 18h30, acontece uma missa na Catedral Metropolitana de Porto Alegre para os familiares que não irão viajar para São Paulo. Scott diz que o encontro deste fim de semana acontece em uma nova etapa, após a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra três pessoas por causa do acidente. “Agora começa uma nova etapa que é acompanhar o processo”, afirmou.
Denúncia
Após o recebimento da denúncia nesta sexta-feira (15), os réus serão citados e devem apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias. Foram denunciados criminalmente Denise Abreu, então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Alberto Fajerman, que era vice-presidente de operações da TAM; e Marco Aurélio Castro, então diretor de segurança de voo da empresa. Para o MPF, que fez a denúncia na segunda-feira (11), essas três pessoas expuseram a perigo o Airbus que se acidentou.
Avião saiu da pista do aeroporto e bateu em prédio em 17 de julho de 2007.

Os familiares das vítimas do acidente com o avião da TAM, ocorrido em 17 de julho de 2007, irão se reunir neste fim de semana em São Paulo para lembrar os quatro anos da tragédia. A aeronave saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e bateu no prédio da empresa, em frente ao aeroporto, matando 199 pessoas. Os encontros começam um dia depois que a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra três pessoas pelo acident.
A Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam) promove o encontro das famílias em um hotel na Zona Sul de São Paulo. No sábado (16), às 12h, será realizada uma missa na Catedral da Sé, no Centro, com a presença de familiares e amigos das vítimas.
No domingo (17), das 10h às 13h, acontecerá um ato ecumênico no local do acidente, na Avenida Washington Luís, para homenagear as vítimas. Segundo a associação, na ocasião será assinado um protocolo de intenções com a Prefeitura de São Paulo para a construção do Memorial 17 de Julho. “Ficou uma obra bonita, o objetivo do memorial é que aquilo fique marcado para que não volte a acontecer”, explica Dario Scott, presidente da Afavitam. Ele perdeu a filha de 14 anos no acidente.
Ainda no domingo, às 18h30, acontece uma missa na Catedral Metropolitana de Porto Alegre para os familiares que não irão viajar para São Paulo. Scott diz que o encontro deste fim de semana acontece em uma nova etapa, após a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra três pessoas por causa do acidente. “Agora começa uma nova etapa que é acompanhar o processo”, afirmou.
Denúncia
Após o recebimento da denúncia nesta sexta-feira (15), os réus serão citados e devem apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias. Foram denunciados criminalmente Denise Abreu, então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Alberto Fajerman, que era vice-presidente de operações da TAM; e Marco Aurélio Castro, então diretor de segurança de voo da empresa. Para o MPF, que fez a denúncia na segunda-feira (11), essas três pessoas expuseram a perigo o Airbus que se acidentou.
Não há indício de que avião que caiu no Recife tentou aterrissar, diz perícia
Peritos do Instituto de Criminalista da Polícia Civil de Pernambuco disseram neste sábado (16) que a investigação inicial mostra que não há indício de que avião que caiu no Recife na quarta-feira (13) tentou aterrissar.

Os elementos que temos até agora levam os peritos a trabalhar com a possibilidade de que o avião tenha caído de forma abrupta”, afirmou o gestor do IC, Luiz Carlos Soares.
A queda do bimotor da Noar ocorreu pouco antes das 7h. A aeronave havia decolado do aeroporto internacional do Recife com destino a Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Quatro minutos após a decolagem a aeronave caiu em um terreno perto da Avenida Boa Viagem. Os 14 passageiros e dois tripulantes morreram.
Segundo o perito criminal Gilmário Lima, que faz parte da equipe que investiga o caso, houve apenas um ponto de impacto no local. “Podemos descartar o indício de que tentaram aterrissar, porque no local foi visto só um ponto de impacto. A vegetação estava intacta”, disse.
Além disso, segundo Soares, os corpos estavam amontoados. “Na queda abrupta, os corpos lançados para um ponto. Saíram das cadeiras e ficaram todos compactados”, disse o gestor, que afirmou que a identificação exata do motivo da queda só será após a análise da caixa-preta do avião pela Aeronáutica.
Até este sábado, 13 dos 16 corpos encontrados no local haviam sido liberados aos familiares, segundo a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco.

Os elementos que temos até agora levam os peritos a trabalhar com a possibilidade de que o avião tenha caído de forma abrupta”, afirmou o gestor do IC, Luiz Carlos Soares.
A queda do bimotor da Noar ocorreu pouco antes das 7h. A aeronave havia decolado do aeroporto internacional do Recife com destino a Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Quatro minutos após a decolagem a aeronave caiu em um terreno perto da Avenida Boa Viagem. Os 14 passageiros e dois tripulantes morreram.
Segundo o perito criminal Gilmário Lima, que faz parte da equipe que investiga o caso, houve apenas um ponto de impacto no local. “Podemos descartar o indício de que tentaram aterrissar, porque no local foi visto só um ponto de impacto. A vegetação estava intacta”, disse.
Além disso, segundo Soares, os corpos estavam amontoados. “Na queda abrupta, os corpos lançados para um ponto. Saíram das cadeiras e ficaram todos compactados”, disse o gestor, que afirmou que a identificação exata do motivo da queda só será após a análise da caixa-preta do avião pela Aeronáutica.
Até este sábado, 13 dos 16 corpos encontrados no local haviam sido liberados aos familiares, segundo a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco.
16 de jul. de 2011
Pneu estoura no pouso e avião sai da pista em Ilhéus-BA
Um incidente com um avião da Sete Táxi Aéreo, que teve problemas na aterrissagem no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, no litoral sul da Bahia, deixou a pista fechada por três horas na noite de ontem.
Segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a aeronave, um turbo-hélice modelo Mitsubishi MU-2B, prefixo PT-LHH, teve um de seus pneus estourados quando tocou a pista, por volta das 21h30, o que fez o equipamento sair da rota e invadir o gramado lateral. Piloto e co-piloto não tiveram ferimentos. Não havia passageiros a bordo. O avião teria como destino seguinte Belo Horizonte (MG).
Foi o segundo incidente com o aparelho em menos de um ano. Em 27 de setembro, o avião fez um pouso no Campo de Marte, em São Paulo, depois de apresentar pane em uma das turbinas. A aterrissagem foi realizada normalmente, mas o terminal ficou fechado por uma hora e meia, por causa da mobilização das equipes de emergência.
A Sete Linhas Aéreas não se pronunciou sobre o incidente em Ilhéus e a regional Nordeste do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), no Recife (PE), abriu investigação para apurar as causas
Segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a aeronave, um turbo-hélice modelo Mitsubishi MU-2B, prefixo PT-LHH, teve um de seus pneus estourados quando tocou a pista, por volta das 21h30, o que fez o equipamento sair da rota e invadir o gramado lateral. Piloto e co-piloto não tiveram ferimentos. Não havia passageiros a bordo. O avião teria como destino seguinte Belo Horizonte (MG).
Foi o segundo incidente com o aparelho em menos de um ano. Em 27 de setembro, o avião fez um pouso no Campo de Marte, em São Paulo, depois de apresentar pane em uma das turbinas. A aterrissagem foi realizada normalmente, mas o terminal ficou fechado por uma hora e meia, por causa da mobilização das equipes de emergência.
A Sete Linhas Aéreas não se pronunciou sobre o incidente em Ilhéus e a regional Nordeste do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), no Recife (PE), abriu investigação para apurar as causas
Justiça recebe denúncia contra três pessoas em caso do acidente da TAM
O juiz federal Márcio Assad Guardia, substituto da 8ª Vara Federal Criminal de São Paulo, recebeu nesta sexta-feira (15) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra três pessoas pelo acidente com um avião da TAM, ocorrido em 2007. O procurador da República Rodrigo de Grandis fez as denúncias por atentado contra a segurança de transporte aéreo, na modalidade culposa. Os réus serão citados e devem apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias.
Foram denunciados criminalmente Denise Abreu, então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Alberto Fajerman, que era vice-presidente de operações da TAM; e Marco Aurélio Castro, então diretor de segurança de voo da empresa. Para o MPF, essas três pessoas expuseram a perigo o Airbus que, no dia 17 de julho de 2007, saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e bateu no prédio da empresa, em frente ao aeroporto, matando 199 pessoas. Os três negam as acusações.
Na decisão, o juiz disse constatar “que a peça acusatória obedece aos requisitos previstos no artigo 41 do Código de Processo Penal, porquanto contém a descrição circunstanciada dos fatos, a qualificação dos acusados e a classificação do crime”.
O procurador defende que os três acusados foram imprudentes ou negligentes em relação a uma “situação de perigo” que contribuiu para a tragédia. “A denúncia foi formulada com base no crime de atentado à segurança de transporte aéreo. Isso significa que se detectou, através dos laudos periciais, que na pista principal de Congonhas, à época, não foram adotadas as cautelas necessárias para que se evitasse uma situação de perigo”, disse o procurador na terça-feira.
O presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam), Dario Scott, comemorou a decisão desta sexta-feira. “É mais uma etapa vencida. Com certeza é uma ótima notícia na véspera dos quatro anos [do acidente] porque é aquilo que estamos buscando desde a época da tragédia”, disse.
Denúncia
Segundo o procurador, o diretor e o vice-presidente de operações da TAM tinham conhecimento “das péssimas condições de atrito e frenagem da pista principal do aeroporto de Congonhas” e não tomaram providências para que os pousos fossem redirecionados para outros aeroportos, em condições de pista molhada. A denúncia também afirma que eles não divulgaram, a partir de janeiro de 2007, “as mudanças de procedimento de operação com o reversor desativado (pinado) do Airbus-320”.
O MPF considerou que a então diretora da Anac, Denise Abreu, “agiu com imprudência” ao liberar a pista do aeroporto de Congonhas, a partir de 29 de junho de 2007, “sem a realização do serviço de 'grooving’ e sem realizar formalmente uma inspeção, a fim de atestar sua condição operacional em conformidade com os padrões de segurança aeronáutica”.
Denise também assegurou, em fevereiro de 2007, durante uma ação civil pública que pedia a interdição da pista principal de Congonhas por questões de segurança, que uma norma (IS-RBHA 121-189) que previa restrições para as operações no aeroporto, especialmente para aeronaves com sistema de freio inoperante, era “formalmente válida e eficaz”. O procurador defendeu que, se a norma fosse válida, a aeronave estaria impedida de pousar no aeroporto na data do acidente.
Defesa
O criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, defensor de Alberto Fajerman e de Marco Aurélio, disse na terça-feira à Agência Estado que recebeu "com estupefação" a denúncia da Procuradoria da República. "A defesa esperava um pedido de arquivamento do inquérito policial", observou o criminalista, apontando "duas razões" para sua certeza de que os autos deveriam ser arquivados.
"Em primeiro lugar, no curso do longo inquérito (da Polícia Federal), efetivamente não há nem mesmo meros indícios de que alguma pessoa tenha concorrido de algum modo, mesmo que culposo, para o trágico acontecimento." A segunda razão de Mariz: "Corroborando a inexistência de elementos incriminadores, esse mesmo inquérito ficou nas mãos da acusação durante mais de um ano e meio a mostrar que o representante do Ministério Público Federal não estava encontrando fundamentos para o oferecimento da denúncia. E diga-se: o procurador (Rodrigo de Grandis) é um dos mais operosos e competentes representantes do MPF em São Paulo."
Em nota divulgada na terça-feira, a defesa de Denise Abreu disse que enviará uma resposta à acusação dentro do prazo legal. “Caberá à defesa da ex-diretora da Anac ressaltar que o Ministério Público Federal realizou análise rasa, superficial e insatisfatória dos fatos e provas que estão acostados aos autos do inquérito policial, apesar do longo período em que esteve de posse de ampla documentação a respeito. Mais: a denúncia não encontra amparo nas conclusões periciais juntadas aos autos, nem nas conclusões do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - Cenipa, único órgão com capacidade técnica e com atribuição para apurar acidentes aeronáuticos no país”, completa a defesa de Denise.
fonte G1
Foram denunciados criminalmente Denise Abreu, então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Alberto Fajerman, que era vice-presidente de operações da TAM; e Marco Aurélio Castro, então diretor de segurança de voo da empresa. Para o MPF, essas três pessoas expuseram a perigo o Airbus que, no dia 17 de julho de 2007, saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e bateu no prédio da empresa, em frente ao aeroporto, matando 199 pessoas. Os três negam as acusações.
Na decisão, o juiz disse constatar “que a peça acusatória obedece aos requisitos previstos no artigo 41 do Código de Processo Penal, porquanto contém a descrição circunstanciada dos fatos, a qualificação dos acusados e a classificação do crime”.
O procurador defende que os três acusados foram imprudentes ou negligentes em relação a uma “situação de perigo” que contribuiu para a tragédia. “A denúncia foi formulada com base no crime de atentado à segurança de transporte aéreo. Isso significa que se detectou, através dos laudos periciais, que na pista principal de Congonhas, à época, não foram adotadas as cautelas necessárias para que se evitasse uma situação de perigo”, disse o procurador na terça-feira.
O presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam), Dario Scott, comemorou a decisão desta sexta-feira. “É mais uma etapa vencida. Com certeza é uma ótima notícia na véspera dos quatro anos [do acidente] porque é aquilo que estamos buscando desde a época da tragédia”, disse.
Denúncia
Segundo o procurador, o diretor e o vice-presidente de operações da TAM tinham conhecimento “das péssimas condições de atrito e frenagem da pista principal do aeroporto de Congonhas” e não tomaram providências para que os pousos fossem redirecionados para outros aeroportos, em condições de pista molhada. A denúncia também afirma que eles não divulgaram, a partir de janeiro de 2007, “as mudanças de procedimento de operação com o reversor desativado (pinado) do Airbus-320”.
O MPF considerou que a então diretora da Anac, Denise Abreu, “agiu com imprudência” ao liberar a pista do aeroporto de Congonhas, a partir de 29 de junho de 2007, “sem a realização do serviço de 'grooving’ e sem realizar formalmente uma inspeção, a fim de atestar sua condição operacional em conformidade com os padrões de segurança aeronáutica”.
Denise também assegurou, em fevereiro de 2007, durante uma ação civil pública que pedia a interdição da pista principal de Congonhas por questões de segurança, que uma norma (IS-RBHA 121-189) que previa restrições para as operações no aeroporto, especialmente para aeronaves com sistema de freio inoperante, era “formalmente válida e eficaz”. O procurador defendeu que, se a norma fosse válida, a aeronave estaria impedida de pousar no aeroporto na data do acidente.
Defesa
O criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, defensor de Alberto Fajerman e de Marco Aurélio, disse na terça-feira à Agência Estado que recebeu "com estupefação" a denúncia da Procuradoria da República. "A defesa esperava um pedido de arquivamento do inquérito policial", observou o criminalista, apontando "duas razões" para sua certeza de que os autos deveriam ser arquivados.
"Em primeiro lugar, no curso do longo inquérito (da Polícia Federal), efetivamente não há nem mesmo meros indícios de que alguma pessoa tenha concorrido de algum modo, mesmo que culposo, para o trágico acontecimento." A segunda razão de Mariz: "Corroborando a inexistência de elementos incriminadores, esse mesmo inquérito ficou nas mãos da acusação durante mais de um ano e meio a mostrar que o representante do Ministério Público Federal não estava encontrando fundamentos para o oferecimento da denúncia. E diga-se: o procurador (Rodrigo de Grandis) é um dos mais operosos e competentes representantes do MPF em São Paulo."
Em nota divulgada na terça-feira, a defesa de Denise Abreu disse que enviará uma resposta à acusação dentro do prazo legal. “Caberá à defesa da ex-diretora da Anac ressaltar que o Ministério Público Federal realizou análise rasa, superficial e insatisfatória dos fatos e provas que estão acostados aos autos do inquérito policial, apesar do longo período em que esteve de posse de ampla documentação a respeito. Mais: a denúncia não encontra amparo nas conclusões periciais juntadas aos autos, nem nas conclusões do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - Cenipa, único órgão com capacidade técnica e com atribuição para apurar acidentes aeronáuticos no país”, completa a defesa de Denise.
fonte G1
15 de jul. de 2011
Aeronave com três pessoas a bordo faz pouso forçado em fazenda de MT
Segundo bombeiros, o piloto detectou problemas e tentou o pouso forçado.
Três pessoas estavam na aeronave, mas ninguém se feriu
Um avião monomotor fez um pouso forçado na manhã desta quinta-feira (14) em uma fazenda no município de Cáceres, a 250 quilômetros de Cuiabá. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, três pessoas estavam a bordo da aeronave, mas ninguém se feriu.
O monomotor tentava pousar no Aeroporto Nelson Dantas, que fica em Cáceres. A aeronave decolou do município de São José dos Quatro Marcos, a apenas 95 quilômetros de Cáceres, faria uma escala na cidade e seguiria para o estado do Rio Grande do Sul.
Ainda segundo os bombeiros, o piloto detectou problemas com o avião quando realizava procedimentos para a aterrissagem e tentou um pouso forçado. A aeronave pousou em uma área de pastagem a cerca de 600 metros da cabeceira da pista.
De acordo com o tenente Abnildo Silva, após colidir com o tronco de uma árvore, a aeronave teve a asa esquerda arrancada e prejuízos na estrutura de sustentação. Nenhum dos tripulantes ficou ferido e segundo Abnildo da Silva, eles estavam na região vistoriando laticínios
Três pessoas estavam na aeronave, mas ninguém se feriu

Um avião monomotor fez um pouso forçado na manhã desta quinta-feira (14) em uma fazenda no município de Cáceres, a 250 quilômetros de Cuiabá. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, três pessoas estavam a bordo da aeronave, mas ninguém se feriu.
O monomotor tentava pousar no Aeroporto Nelson Dantas, que fica em Cáceres. A aeronave decolou do município de São José dos Quatro Marcos, a apenas 95 quilômetros de Cáceres, faria uma escala na cidade e seguiria para o estado do Rio Grande do Sul.
Ainda segundo os bombeiros, o piloto detectou problemas com o avião quando realizava procedimentos para a aterrissagem e tentou um pouso forçado. A aeronave pousou em uma área de pastagem a cerca de 600 metros da cabeceira da pista.
De acordo com o tenente Abnildo Silva, após colidir com o tronco de uma árvore, a aeronave teve a asa esquerda arrancada e prejuízos na estrutura de sustentação. Nenhum dos tripulantes ficou ferido e segundo Abnildo da Silva, eles estavam na região vistoriando laticínios
Vítimas de acidente em PE morreram em queda, não na explosão, diz IML
Em razão do incêndio nos destroços, o IML colheu impressões digitais de apenas 11 dos corpos. O restante das identificações deverá ser feita por meio de arcadas dentárias e exames de DNA.Familiares das vítimas estão no Hotel Atlante Plaza, onde aguardam informações sobre o andamento da identificação e possível liberação dos corpos para os sepultamentos. As famílias de outros estados receberão informações sobre a liberação dos corpos por meio do IML local.
O delegado responsável pelo inquérito do acidente, Guilherme Mesquita, informou que nesta sexta devem começar a ser ouvidos depoimentos. “Preliminarmente, informalmente, a gente tem notícias de que o avião teria perdido uma das turbinas e teria sido essa uma das principais causas do acidente da aeronave”, disse.
Voos suspensos
A empresa Noar Linhas Aéreas decidiu suspender, nesta quinta-feira, os voos que realizaria com partida do Recife em direção às cidades de Maceió e de Mossoró (RN). A companhia aérea já havia suspendido a operação na quarta.
O acidente com o bimotor da Noar ocorreu pouco antes das 7h. A aeronave havia decolado do aeroporto internacional do Recife com destino a Mossoró, no Rio Grande do Norte. Quatro minutos após a decolagem, caiu em um terreno perto da Avenida Boa Viagem.
Caixas-pretas
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou nesta quinta que finalizou a coleta de material para investigar as causas da queda do avião.
As duas caixas-pretas, segundo o presidente da comissão que investiga o acidente, coronel Fernando Silva Alves de Camargo, serão encaminhadas à análise.
“Esses gravadores estão queimados, foram submetidos a fogo. Nós vamos encaminhá-los para o Cenipa, onde será feito um primeiro exame para verificar a condição de leitura”, afirmou o coronel à rádio da Força Aérea.
Contatos piloto e torre
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o piloto relatou pane logo após a decolagem. De acordo com dados do centro de controle do aeroporto, o piloto informou 55 segundos após a decolagem que o avião apresentava problemas.
Sete das 16 vítimas da queda do avião da empresa Noar nesta quarta-feira (13) no Recife morreram por politraumatismo, em razão da queda da aeronave, informou o Instituto Médico Legal (IML) após a identificação dos corpos nesta quinta (14).
Segundo os legistas, a ausência de vestígios de fuligem nas vias respiratórias indica que as mortes ocorreram antes da explosão da aeronave ao atingir o solo. “Isso foi confirmado porque não havia vestígios de fuligem nas vias respitarórias de nenhum deles”, afirmou a gestora do órgão, Joyse Breenzinckr.
Troca de peças
Segundo a Noar, empresa responsável pela aeronave, a última manutenção no avião que caiu foi feita no fim de semana passado e exigiu um cuidado maior. Duas peças de um dos motores foram trocadas. Pela primeira vez, técnicos da fabricante, da República Tcheca, participaram dos trabalhos.
“Existem manutenções na qual você faz as avaliações e acompanha o nível de desgaste do equipamento e numa dessas manutenções feitas pela nossa empresa percebemos que era necessário uma intervenção e feita essa manutenção e as trocas dos equipamentos que fosse necessário. Para isso solicitamos que tivéssemos a presença da GE, da República Tcheca, que puderam acompanhar, executar e gerenciar o processo junto com a nossa equipe, do início até o fim", afirmou Giovanne Farias, diretor de assuntos corporativos e comerciais da Noar.
Identificação dos corpos
O IML de Pernambuco identificou nesta quinta os corpos de sete das 16 vítimas da queda do avião, entre elas o piloto e o copiloto da aeronave. Todas as identificações até o momento ocorreram por meio de impressões digitais. Também foram identificados Natan Braga, Ivanildo Martins dos Santos Filho, Antônia Fernanda Jales, Marcelo Campelo e Maria da Conceição de Oliveira, que terão os corpos liberados pelo IML.
Dois avioes colidiram
BOSTON - Dois aviões de passageiros da Delta Air Lines colidiram nesta quinta-feira na pista do Aeroporto Internacional Logan, em Boston, provocando poucos danos, afirmou um porta-voz do terminal aéreo.
O avião que operava o voo 266 para Amsterdã, um Boeing 767, estava sendo conduzido à pista quando sua asa cortou a cauda do jato regional da Delta Connection, programado para o voo 4904 com destino a Raleigh/Durham, na Carolina do Norte.
O porta-voz do Logan, Phil Orlandella, disse que um passageiro reclamou de um possível ferimento no pescoço e foi levado a um hospital local por precaução.
Canais locais de televisão mostraram diversos veículos de emergência ao redor do avião menor depois que os passageiros foram levados de volta ao terminal. O Boeing 767 regressou ao portão.
Cerca de 204 passageiros e 11 tripulantes estavam a bordo do voo 266. O voo para Raleigh levava 74 passageiros e três tripulantes. Orlandella afirmou que uma investigação do incidente estava em andamento.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/07/15/dois-avioes-colidem-em-pista-do-aeroporto-de-boston-924914111.asp#ixzz1SAPKFi2S
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
O avião que operava o voo 266 para Amsterdã, um Boeing 767, estava sendo conduzido à pista quando sua asa cortou a cauda do jato regional da Delta Connection, programado para o voo 4904 com destino a Raleigh/Durham, na Carolina do Norte.
O porta-voz do Logan, Phil Orlandella, disse que um passageiro reclamou de um possível ferimento no pescoço e foi levado a um hospital local por precaução.
Canais locais de televisão mostraram diversos veículos de emergência ao redor do avião menor depois que os passageiros foram levados de volta ao terminal. O Boeing 767 regressou ao portão.
Cerca de 204 passageiros e 11 tripulantes estavam a bordo do voo 266. O voo para Raleigh levava 74 passageiros e três tripulantes. Orlandella afirmou que uma investigação do incidente estava em andamento.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/07/15/dois-avioes-colidem-em-pista-do-aeroporto-de-boston-924914111.asp#ixzz1SAPKFi2S
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13 de jul. de 2011
Avião cai no Recife e mata 16 pessoas abordo
Um avião de pequeno porte caiu na manhã desta quarta-feira (13) no Recife. Segundo o Corpo de Bombeiros de Pernambuco e a assessoria de imprensa da Aeronáutica, 16 pessoas morreram no acidente. A aeronave foi encontrada por volta das 7h em um terreno baldio na Avenida Boa Viagem.
A aeronave é um bimotor da empresa Noar Linhas Aéreas que partiu por volta das 6h51 do Recife com destino a Mossoró, com escala em Natal, conforme a Força Aérea Brasileira (FAB). Assim que decolou, o piloto informou à torre de controle que estava em emergência e tentou fazer um pouso forçado em um terreno próximo à praia de Boa Viagem, no Recife.
Testemunhas relataram aos investigadores da FAB no local que o avião explodiu.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que não ira suspender os voos da empresa Noar Linhas Aéreas e que a aeronave acidentada no Recife “estava com a manutenção em dia”.
Parentes
Segundo a assessoria do Aeroporto Internacional Augusto Severo, localizado em Parnamirim (RN), a 18 quilômetros de Natal, parentes de vítimas começaram a chegar ao aeroporto por volta das 8h e estavam sendo encaminhadas ao auditório da Infraero.
Investigação
A Anac informou por volta das 9h30 que estava apurando informações sobre a situação da empresa Noar e da aeronave.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) confirmou enviou uma equipe para iniciar as investigações para fins de prevenção. O laudo sobre as causas da queda ainda não tem prazo para ser concluído.
Investigação
A Anac informou por volta das 9h30 que estava apurando informações sobre a situação da empresa Noar e da aeronave.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) confirmou enviou uma equipe para iniciar as investigações para fins de prevenção. O laudo sobre as causas da queda ainda não tem prazo para ser concluído.
Nota da FAB
Leia abaixo a íntegra da nota da Aeronáutica sobre o acidente:
Leia abaixo a íntegra da nota da Aeronáutica sobre o acidente:
"O Comando da Aeronáutica informa que nesta quarta-feira, 13 de julho, às 06:51h (horário de Brasília), uma aeronave bimotor L410 da Empresa Noar Linhas Aéreas decolou do Aeroporto de Recife. Ato contínuo declarou estar em situação de emergência e que tentaria pousar na praia de Boa Viagem.
A aeronave acidentou-se em um terreno baldio entre os bairros de Piedade e Boa Viagem, com totais perdas humanas e materiais.
No plano de voo foi informada a existência de 16 pessoas à bordo. Tal informação foi ratificada pela tripulação quando em contato inicial com a torre de controle, antes da decolagem.
A Aeronáutica iniciou as investigações para apurar os possíveis fatores que contribuíram para o acidente."
Conforme informações no site da fabricante, o primeiro avião comprado pela Noar saiu da República Tcheca em 9 de março de 2010. A segunda aeronave adquirida pela companhia decolou em direção ao Brasil em 4 de junho do ano passado.
11 de jul. de 2011
Avião de pequeno porte cai e mata duas pessoas
Um avião de pequeno porte caiu em uma estrada rural de Boa Esperança, a 125 quilômetros de Maringá. Segundo informações da Polícia Militar de Campo Mourão, duas pessoas morreram carbonizadas dentro da aeronave.
Ainda não se sabe o que teria acontecido ou o que poderia ter provocado a queda.
Testemunhas contaram à polícia que as vítimas seriam moradores da região e estariam fazendo um passeio. O nome dos mortos não foi divulgado.
8 de jul. de 2011
Acidente aéreo mata 127 na República Democrática do Congo
A queda de um avião durante uma tempestade deixou 127 mortos nesta sexta-feira na República Democrática do Congo, disse o Ministério dos Transportes citado pela Reuters, acrescentando que há 51 sobreviventes. Segundo comunicado do órgão, a aeronave caiu em uma densa floresta enquanto tentava pousar no aeroporto de Kisangani, no nordeste do país.
Previamente, o chefe-executivo da companhia aérea congolesa Hewa Bora, Stavros Papaioannou, disse que havia 112 a bordo, com o numero de mortos e sobreviventes indefinido. Mas Gudile Bualya, porta-voz do ministério, acusou a companhia aérea de subestimar o número de passageiros.
À Associated Press, Papaioannou afirmou que o avião decolou da capital, Kinshasa, para a cidade de Kisangani, que fica no centro do país.
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