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29 de ago. de 2011

Avião faz pouso forçado no meio da rua na Alemanha

O piloto de um pequeno avião particular fez um pouso de emergência em uma pequena rua no oeste da Alemanha, passando de raspão ao lado de uma casa e um poste de luz, na manhã deste domingo.
Apesar da área ser bastante povoada, ninguém ficou ferido. O piloto, de 47 anos, e seu co-piloto tiveram apenas ferimentos leves.
A rua tem apenas cinco metros de largura. A polícia disse que o avião foi forçado a descer por causa de um problema técnico, mas não deu muitos detalhes. Não há estimativa de danos causados.

23 de jul. de 2011

Piloto pousa no aeroporto errado.


Um piloto bungling voou direto para o centro de uma investigação depois de quarta-feira equivocadamente pouso em uma base aérea militar ao invés do destino regular na Irlanda do Norte.
BELFAST (AFP) - "Este é o seu capitão falando: er, eu pousou no aeroporto errado. Er, desculpe. "
Trinta e nove passageiros e seis tripulantes estavam a bordo de um voo da Ryanair a partir de Liverpool, noroeste da Inglaterra, que foi devido ao touchdown na cidade de Derry aeroporto.
No entanto, o piloto cruzou em Ballykelly aeródromo - cinco milhas (oito quilômetros) de distância.
Passageiros surpreendeu foram retirados e treinados para Cidade de Derry, deixando o avião aterrado sob as ordens das autoridades da aviação em causa, que exigiu uma investigação imediata.
Linha aérea do orçamento Ryanair disse que o vôo era operado por Eirjet em seu nome.
"Este incidente surgiu como resultado de um erro do piloto Eirjet do que erroneamente acreditavam que ele estava em uma abordagem visual para Cidade de Derry aeroporto", disse a Ryanair em um comunicado.
"O piloto foi inocentado por Eirjet Controle de Tráfego Aéreo na cidade de Derry para uma abordagem visual e confundiram o Ballykelly nas proximidades de Cidade de Derry.
Ryanair pediu Eirjet para levar a cabo uma investigação completa.
"Em mais de sete anos de voos da Ryanair em City of Derry aeroporto e mais de 20 anos da Ryanair voos operados, tal erro nunca ocorreu antes."
"

22 de jul. de 2011

Mulher é expulsa de voo porque piloto achou que ela não vestia calças


Uma consultora financeira de Nova York abriu um processo contra a companhia aérea JetBlue depois de ter sido expulsa de um voo no aeroporto John F. Kennedy.
Segundo o jornal “New York Post”, o piloto da aeronave achou que Malinda Knowles, 27 anos, não estava vestindo calças ou bermudas.
A americana conta que entrou no avião, que partiria para a Flórida, vestindo um shortinho quando um supervisor se aproximou e bateu com a antena de um rádio comunicador entre suas pernas.
“Foi humilhante, degradante e inapropriado”, disse Malinda, que já estava sentada em sua poltrona na aeronave.
“O supervisor me perguntou: `não quero ver sua calcinha, mas você está vestindo algo por cima dela?´ Ele foi vulgar e pediu para que eu saísse do avião”, contou.
Malinda foi escoltada pela polícia até uma área do aeroporto. Só então perceberam que, de fato, ela vestia shorts e a colocaram de volta ao voo.
“Se a polícia entra em um voo por usa causa, todo mundo pensa que você tem uma bomba”, disse.
Mesmo assim, o piloto, James Ewart, não ficou satisfeito e a expulsou novamente.
A JetBlue não comentou o episódio.
Fonte: UOL

15 de jul. de 2011

Jovem cubano cujo corpo foi encontrado em trem de pouso morreu congelado

Madri, 15 jul (EFE).- O jovem cubano Adonis G.B., cujo corpo foi encontrado no último dia 13 no trem de pouso de um avião da companhia espanhola Iberia que completava o trajeto Havana-Madri, morreu por congelamento, revelou a autópsia.

Fontes do Instituto Anatômico Legista de Madri informaram nesta sexta-feira à Agência Efe sobre o resultado da autópsia do corpo e revelaram que ele permanece em suas instalações.

O corpo foi encontrado em um dos trens de pouso do avião depois que o voo IB6620 procedente da capital cubana chegou ao aeroporto de Madri na quarta-feira passada.

O voo entre as duas capitais dura mais de nove horas e o trem de pouso suporta temperaturas de até menos 50 graus, por isso que as possibilidades de um ser humano sobreviver durante esse tempo são praticamente inexistentes, explicou à Efe o comandante do Airbus 340 da Iberia, José María Íscar. EFE

5 de jul. de 2011

Seis micos em aeroportos

Aeroportos são recheados de figuraças e histórias bizarras... As fotos abaixo comprovam. Eu já legendei. Quer deixar uma alternativa?


A mulher não deixou a criança ver... Fez bem!



Propaganda em aeroporto... Que oportuno!



O sujeito no balcão: 'Hummm... Acho que ela esqueceu alguma coisa'



Mistura de Barbie com Fred Flintstone


Momento relax da segurança. Não, não foi em 11/9/2001


Este passageiro é celebridade na US Airways

28 de jun. de 2011

Como serão os aviões em 2050?


Num evento recente, na Inglaterra, a Airbus apresentou sua visão de como serão os aviões em 2050. Para isso, a fabricante europeia de aviões elaborou várias ilustrações e projeções em 3D para mostrar este conceito, que para a empresa, pretende mudar a visão no design de aeronaves. O projeto todo foi exibido durante o Salão Aeronáutico de Paris, que aconteceu de 20 a 26 de junho.
No futuro vislumbrado pela Airbus, a primeira coisa que chama a atenção é o uso de materiais transparentes na fuselagem. Nesses aviões panorâmicos, observar as estrelas e a paisagem abaixo será muito mais fácil. A Airbus diz que as paredes serão construídas com uma membrana que vai ter transparência controlada e vai ajudar no controle da temperatura. Esses materiais serão recicláveis e leves, o que trará economia de combustível.
No lugar da atual divisão dos assentos em classes, a Airbus prevê que haverá zonas dirigidas a diferentes perfis de passageiros. Se alguém quiser trabalhar a bordo, por exemplo, terá ótimos recursos de videoconferência para fazer reuniões à distância. E as opções de entretenimento podem incluir até um jogo de golf virtual. Tudo isso você pode contemplar no vídeo abaixo. Confira:

27 de jun. de 2011

Avião não tripulado poderá fiscalizar favelas brasileiras


Considerados pelo governo fundamentais na estratégia de monitoramento das fronteiras brasileiras para coibir o tráfico de drogas e armas, dois veículos aéreos não tripulados (Vant) devem entrar em operação no País até o fim do ano. Essa não será a primeira vez que o Brasil utilizará um Vant em ações especiais. Desde 2006, uma versão mais barata da aeronave, de fabricação nacional, é utilizada pela Marinha em ações no Haiti. O sucesso em um ambiente urbano pode representar o primeiro passo de uma verdadeira revolução no setor de segurança pública no Brasil.
A robustez, a portabilidade e a discrição do Carcará, nome do Vant de apenas 1,6 m de envergadura projetado pela empresa carioca Santos Lab e usado pela Marinha, permitem seu uso futuro em operações policiais nos grandes centros urbanos brasileiros. “Há a possibilidade de que, futuramente, as aeronaves sejam empregadas em ações nas favelas do Rio de Janeiro, por exemplo, que contam com apoio logístico da Marinha”, adianta o engenheiro alemão responsável pela atualização do projeto brasileiro, Tin Muskardin.
Movido por um rotor traseiro alimentado por três baterias, o Carcará pode voar por até uma hora, enviando imagens de um raio de 15 km, em tempo real, a uma estação de controle portátil, que cabe em uma pequena mochila. “A Marinha usa o Carcará em missão de paz no Haiti para monitorar as favelas, em missões de reconhecimento para acompanhar o que está acontecendo antes de alguma incursão”, relata o engenheiro alemão, que há dois anos trabalha no novo Vant verde-amerelo, o Carcará II. “A segunda versão é desenvolvida respeitando as necessidades da Marinha, ainda está em fase de testes. Ele é um pouco maior – mede 2 m – e tem o dobro de autonomia. Tudo isso pesando apenas 4,3 kg”, afirma.
O Carcará é lançado manualmente pelas tropas e é equipado com câmeras de alta definição e sistema GPS, que permite ao controlador estabelecer previamente a rota, ou alterá-la clicando com o mouse sobre um ponto específico da imagem captada pelo aparelho. A estação de controle, semelhante a um laptop, é uma estrutura robusta e leve, que pode ser levada dentro de navios e veículos em movimento durante a operação. “A estação também pode ser conectada a um GPS, o que permite ao avião reconhecer a movimentação dela e responder aos comandos da mesma forma”, diz Muskardin.
“É possível controlar até quatro aviões ao mesmo tempo com apenas uma estação de controle. Na prática, isso permite a realização de operações contínuas de monitoramento. A autonomia de um avião é só de duas horas, no caso do Carcará II. Depois de uma hora e meia é possível acionar um segundo avião, e fazer o primeiro voltar para fazer a recarga de baterias, mantendo a ação ininterrupta”, diz o engenheiro. “As baterias podem ser recarregadas no carro ou em uma tomada comum. Há ainda a possibilidade de troca da bateria, como ocorre com um aparelho celular, por exemplo”, completa.
Baixo custo é trunfo do modelo brasileiro
O Carcará é vendido em kits com três aeronaves e uma estação de controle, cujo custo varia entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, dependendo das especificações dos aparelhos, segundo Muskardin. O Carcará II deve entrar em operação a um preço entre R$ 500 mil e R$ 600 mil cada kit, podendo contar com o emprego de câmeras com zoom ótico e sensor infravermelho.
Em testes com o Carcará II, a Marinha estuda a utilização do Vant na identificação de alvos para serem neutralizados pela artilharia. “No vídeo em tempo real você pode pegar as coordenadas de algum alvo e mandá-las para a artilharia, e o avião fica próximo ao alvo. Após a ação da artilharia, o avião volta ao local e verifica se o alvo foi atingido. Caso contrário, pode repetir o processo”, relata o engenheiro.
O Carcará II possui um sistema inovador que lhe permite um pouso quase vertical, exigindo pouco espaço para a operação. “Tanto o Carcará quanto o Carcará II são desmontáveis, então você chega com uma mochila muito leve em qualquer lugar. Você pode lançar a aeronave manualmente do topo de um prédio e recuperá-lo no mesmo local, o que amplia a área de atuação do Vant”, diz.
Silencioso em decorrência de seu motor elétrico, o Carcará pode ser facilmente confundido com uma ave quando visto do solo. “A cor acinzentada do aparelho foi escolhida justamente para se parecer com o céu, dificultando a visualização por parte do inimigo. A partir de uma altura de 100 m, já não é mais possível ouvir o som do motor”, diz o engenheiro. “Em algumas situações de pouso, mesmo para quem está operando o aparelho tem dificuldades para enxergar o Carcará. É muito difícil vê-lo”, relata.
O tamanho reduzido e o pequeno potencial de estragos provocados por uma eventual queda também contam a favor do Carcará. “O Vant é feito de polipropileno expandido, o mesmo material utilizado na fabricação dos para-choques dos carros. É um material robusto e seguro. Mesmo ao cair, a chance de machucar alguém é muito pequena, muito menor do que a de um avião feito com fibra de carbono ou plástico”, garante.
O modelo que deverá ser empregado nos próximos meses pela Polícia Federal possui semelhanças com o Carcará. É, porém, 10 vezes maior e tem autonomia de voo superior a 40 horas. Os aviões Heron foram adquiridos junto ao governo israelense, que emprega as aeronaves em ações de vigilância em áreas de confronto com palestinos.

19 de abr. de 2011

Controlador de voo dorme e atrasa pouso de avião-ambulância nos EUA

A aeronave, que transportava um doente, tentou por 16 minutos falar com o controlador. Sem obter reposta, o piloto aterrissou sem autorização e felizmente, tudo deu certo.

A FAA é a Anac americana, responsável pela aviação civil – aceitou a demissão nesta quinta-feira (15) do responsável por controladores flagrados dormindo na hora do serviço.

Imagine a urgência de um avião que transporta um doente. E se ele não consegue pousar? Às duas da manhã da última quarta-feira, um avião-ambulância tentou durante 16 minutos falar com a torre do aeroporto de Reno, em Nevada, querendo instruções para aterrissar.

O controlador estava dormindo. Tenso, o piloto pediu ajuda a outro controle do estado da Califórnia.

Piloto: Temos um paciente muito doente aqui. Vamos ter que pousar tendo ou não autorização.
Torre: Eles não estão atendendo ao telefone. Vamos tentar outro número e ver se alguém pode ir até lá e checar a torre.
Piloto: Nós temos que pousar.
Torre: O pouso é a critério do piloto.

O avião conseguiu aterrissar em Nevada e felizmente, tudo deu certo. Foi o 6º incidente este ano causado por controladores que dormiram no trabalho. E foi a gota d’água para que o diretor da agência que coordena o tráfego aéreo pedisse demissão hoje.

Pelo fim dos cochilos da madrugada, o secretário de transportes americano anunciou que depois da meia-noite, pelo menos duas pessoas terão que ficar em 27 torres pelo país onde até agora só trabalhava um controlador e disse que vai rever a qualificação exigida dos controladores. Pelo menos seis já foram suspensos. Um deles chegou a dormir três vezes no trabalho.

3 de abr. de 2011

Pequeno notável

O último dia 1º de dezembro me reservou uma missão especial: estabelecer o novo recorde mundial de velocidade em percurso de 3 km com altura limitada — máximo de 500 metros em todo o voo e de 100 metros a partir da aproximação. É um desafio equivalente à prova dos 100 metros rasos para os humanos! O CEA-308, avião-conceito desenvolvido pelo Centro de Estudos Aeronáuticos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), me espera pacientemente na cabeceira 08 do Aeroporto Regional da Zona da Mata (SDZY), próximo a Juiz de Fora. Construído com materiais compostos tradicionais e madeira e com um motor de 80 cavalos, o CEA-308 busca bater o recorde mundial de velocidade na categoria C1A0 da Fédération Aéronautique Internationale, destinada a aviões terrestres com motor a pistão, hélice e peso de decolagem inferior a 300 quilos. As expectativas estão altas, afinal, no dia anterior fizemos três voos, todos com números impressionantes e acima dos atuais recordes mundiais: tempo de subida até 3.000 metros, velocidade em percurso de 15/25 quilômetros e velocidade em percurso fechado de 100 km. O pequeno CEA-308 estava veloz como nunca! Nivelado, a velocidade indicada supera os 170 nós! Parecia saber que era a hora de andar e tinha reservado suas energias para isso. Um verdadeiro puro-sangue que me aceitou para conduzi-lo. Ele sabe que tenho grandes pretensões e não age de outra forma. Estamos aqui hoje, ele e eu, para superar limites

29 de mar. de 2011

Homens são presos na Indonésia ao tentar embarcar com 40 cobras

Cidadãos do Kuwait queriam contrabandear animais para vender a colecionadores nos Emirados Árabes. Dois homens foram presos no aeroporto de Jacarta, na Indonésia, quando tentavam embarcar para Dubai levando 40 serpentes na bagagem de mão. A segurança apreendeu as pítons, que estavam sedadas, quando os homens tentavam passar pelo raio-X. Segundo a agência Associated Press, os acusados disseram à polícia que o objetivo era vender os animais a colecionadores nos Emirados Árabes. Em declarações reproduzidas no jornal "Jakarta Post", o porta-voz do aeroporto, Salahudin Rafi, explicou que os contrabandistas aplicam sedativos aos animais para que não sejam detectados no raio-X. 'Em nome da segurança de voo, não é permitido que animais sejam trazidos para dentro da aeronave sem permissão e sem cuidados especiais. Nós normalmente colocamos os animais no bagageiro. As pítons estão entre os animais proibidos', disse o porta-voz. Se forem condenados por contrabando, os acusados podem pegar até sete anos de prisão. Os animais foram levados para o centro de quarentena do aeroporto.

27 de mar. de 2011

Controlador aéreo dorme durante pouso de 2 aviões em Washington

Washington, 24 mar (EFE).- O controlador aéreo que não respondeu aos contatos de dois aviões que tiveram de aterrissar por conta própria no aeroporto de Washington admitiu ter dormido durante os pousos, informou nesta quinta-feira o Conselho de Segurança de Transporte (NTSB) dos Estados Unidos.

"O controlador indicou que tinha dormido por um período de tempo durante seu turno. Ele trabalhava em seu quarto turno consecutivo noturno", assinalou o NTSB, encarregado da investigação, em comunicado.

A nota indica que as autoridades estão investigando questões relacionadas ao sono do controlador.

A informação é divulgada um dia depois que duas aeronaves comerciais - um Boeing 737 procedente de Miami, com 97 pessoas a bordo e um Airbus vindo de Chicago com 68 pessoas - tiveram de aterrissar por conta própria diante do "silêncio" da torre de controle na madrugada de quarta-feira.

Os pilotos dos dois aviões tiveram de recorrer ao Terminal de Radar de Controle de Aproximação (Tracon), que se ocupa dos aviões em voo, mas não está encarregado de administrar os pousos e decolagens, responsabilidade atribuída às torres de controle.

O diretor da Administração de Aviação Federal (FAA), Randy Babbitt, havia dito mais cedo que as autoridades decidiram suspender o controlador aéreo de suas tarefas e iriam investigar a fundo o ocorrido pela segurança dos passageiros.

O NTSB informou que o controlador tem mais de 20 anos de experiência, 17 deles no Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington D.C.

"Como antigo piloto aéreo, me sinto pessoalmente enfurecido de que este controlador não assumiu sua responsabilidade de auxiliar o pouso destes aviões. Felizmente, em nenhum momento os aviões estiveram fora de contato por radar e nossos sistemas de apoio funcionaram para assegurar a aterrissagem segura", acrescentou.

Previamente, o secretário de Transportes dos EUA, Ray LaHood, tinha determinado a nomeação de um segundo controlador aéreo no Aeroporto Ronald Reagan de Washington, após o incidente com os dois aviões nesta quarta-feira.

"Não é aceitável ter só um controlador na torre administrando o tráfego aéreo nesta zona crítica", explicou LaHood em comunicado. EFE

9 de mar. de 2011

O novo avião de Dilma




Enquanto o Aerolula faz manutenção, a presidente usará o mais luxuoso jato da Embraer em viagens pelo País e pelo Exterior.


ESPAÇO
O novo avião conta com apenas 19 confortáveis poltronas

As amargas lembranças deixadas pelo Sucatão, o carinhoso apelido do Boeing 707 que serviu à Presidência da República entre 1986 e 2005, parecem mesmo ter ficado no passado e na memória daqueles que voaram no avião, fabricado no fim da década de 60. Após quase ter matado de susto o então vice-presidente Marco Maciel quando uma de suas turbinas simplesmente pegou fogo em pleno voo para a China, em 1999, o Sucatão foi finalmente trocado por um moderno Airbus 319. Depois de correr o mundo levando o presidente Lula e sua comitiva nos últimos oito anos, a aeronave, que também ganhou um simpático apelido – Aerolula –, não vai poder voar pelo menos nos próximos 30 dias, por conta de manutenções.


Dilma, no entanto, não precisará recorrer aos préstimos do Sucatão nem de seus primos menores, os Sucatinhas, em suas viagens pelo Brasil ou mundo afora. A Embraer emprestou, sem nenhum custo para a Presidência da República, um de seus aviões mais caros, o Lineage 1000, uma aeronave preparada para servir xeques árabes, bilionários russos ou magnatas do mundo dos negócios. Repleto de luxos, extravagâncias e conforto, o avião mais se parece com um palácio voador. Trata-se de uma ação que promove a empresa brasileira no Exterior e ao mesmo tempo não traz gastos ao governo.



Durante a manutenção do Ae­ro­lula, Dilma até poderia usar outros dois jatos executivos da Presidência. Trata-se de duas aeronaves da Embraer, modelo ERJ 190, uma espécie de primo pobre do Lineage 1000. Os dois aviões, no entanto, também estão com manutenção programada para este ano e, em algum momento, terão que ir para o hangar. Para não causar contratempos aos deslocamentos de Dilma, o Grupo de Transporte Especial, uma divisão da Força Aérea Brasileira dedicada a prestar serviços ao governo, ficará com o Lineage 1000, uma aeronave de mais de US$ 50 milhões, por quase um ano. Com este jato executivo, Dilma poderá fazer viagens internacionais de média duração sem escalas. Com os tanques cheios, o Lineage pode levar a presidente e sua comitiva de Brasília a Paris, por exemplo. Com ele, a presidente também poderá participar da abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, sem precisar parar em nenhum país da América Central para reabastecer.

Mas o que realmente impressiona no Lineage 1000 não são suas características técnicas, seu desempenho ou mesmo o fato de tudo isso ter sido fabricado aqui mesmo no Brasil. É na configuração interna que o avião que Dilma agora tem a sua disposição se destaca. Com capacidade para apenas 19 pessoas, a aeronave é uma espécie de suíte presidencial voadora. Tendo cinco áreas privativas, a decoração foi feita com o que há de mais luxuoso no mundo: tapetes de lã de carneiro, sofás de lã irlandesa, mesas de madeira de lei e televisores de cristal líquido sensíveis ao toque. São quatro salas, todas com conexão de alta velocidade à internet: uma de jantar, uma de estar, uma apenas para reuniões e até um escritório particular. Quando se cansar de discussões complexas com sua equipe, Dilma ainda poderá dormir em uma cama tamanho king-size ou relaxar tomando uma ducha. Por enquanto, Dilma é a primeira brasileira a desfrutar de toda essa mordomia. Até agora, apenas oito unidades dos Lineage 1000 foram entregues pela Embraer.






30 de jan. de 2011

Homem é retirado de avião por causa de tatuagens

Adam C. Pearson foi retirado de um avião da Delta Air Lines que se preparava para decolar de Los Angeles a Memphis (EUA) por causa de tatuagens: ele tem marcadas nos dedos da duas mãos as palavras “bomba atômica”.                                                            A denúncia foi feita por um outro passageiro, que considerou o tatuado com “comportamento suspeito”. Fora da aeronave, Adam explicou à tripulação que as tatuagens se referem a um apelido de infância.
Após questionado, Adam conseguiu embarcar. A Delta disse que analisará o incidente. O tatuado é cliente cativo da empresa e já voou só este ano mais de 227 mil quilômetros.
Adam é um “estilista de comida” – faz com que alimentos fiquem agradáveis para serem fotografados para menus e propagandas impressas e em vídeo.

***

    "Os verdadeiros terroristas nem tem tatuagens."




17 de jan. de 2011

Colombiano arranca gargalhadas em aeroporto ao virar marinheiro Popeye

William Chavarriaga trabalha no aeroporto Olaya Herrera, em Medellin.
Funcionários e passageiros se divertiram com atuação


29 de dez. de 2010

Pamonha quente aciona sensor e avião volta a aeroporto em SP

Uma caixa de pamonhas despachada por um passageiro do voo 5722 da Webjet, que fazia a rota Ribeirão Preto-Curitiba, fez com que o sensor da aeronave emitisse um sinal falso de superaquecimento no bagageiro e obrigou o avião a voltar ao aeroporto Dr. Leite Lopes, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, 20 minutos após decolar, na segunda-feira (27).

O problema foi descoberto em solo. Segundo a assessoria de imprensa da Webjet, a bagagem com a pamonha foi colocada acidentalmente perto do sensor e foi retirada do avião imediatamente após inspeção técnica realizada em Ribeirão Preto.

Antes de aterrissar, o avião teve de sobrevoar a cidade por cerca de meia hora para queimar combustível. Esse é um procedimento padrão para que a aeronove possa pousar com o peso ideal e em segurança.

Em Ribeirão Preto, ainda assustados, os passageiros se recusaram a embarcar de volta na mesma aeronave para o voo até Curitiba.