Direção do sindicato afirma que constituição garante o direito à greve
A assessoria jurídica do Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA) em Brasília conseguiu caçar a liminar do Ministério Público Federal (MPF) que proibia a organização de greve, sob penalidade de multa de três milhões de reais. Agora, a entidade busca caçar a liminar do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que permite paralisação de apenas 20% dos funcionários.
A decisão impediu que aeroviários e aeronautas organizassem uma greve geral nos aeroportos do Brasil, agendada para o dia 23 de dezembro. De acordo com a direção do SNA, as imposições dos órgãos públicos ferem a constituição, que permite a realização de greve caso esteja garantido 30% do efetivo trabalhando.
Dirigentes sindicais lamentam que esse tipo de complicação jurídica, que impede a manifestação do trabalhador, ocorra em um país governado por um homem que conseguiu destaque no cenário político após realização de greve histórica.
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