Terminais superlotados, falta de espaço para estacionamento de aeronaves, ausência de uma segunda pista na maioria dos aeroportos. São apenas alguns dos problemas já conhecidos do setor. A questão é que a Copa do Mundo de 2014 se aproxima.
Preocupada, a presidente Dilma resolveu criar, por medida provisória, a Secretaria Nacional de Aviação Civil subordinada diretamente à presidência da República. Missão: gerenciar e acelerar a aplicação dos mais de R$ 5 bilhões disponíveis para as obras.
Infraero e Anac, antes vinculadas ao Ministério da Defesa, agora passam para a nova secretaria, mas o controle do espaço aéreo, um dos grandes gargalos do setor, continua sob o guarda-chuva dos militares. A medida provisória também permite a contratação de cem novos controladores.
Hoje, os aeroportos de nove das doze cidades indicadas para sediar a Copa já operam acima ou no limite da capacidade; os mais problemáticos são o de Guarulhos, em São Paulo, e o de Brasília.
A estimativa é de que 193 milhões de passageiros passem pelos aeroportos brasileiros no ano da Copa; em 2010, foram 140 milhões.
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