O modelo escolhido determina que o setor privado terá pelo menos 51% de participação nas concessões, enquanto a estatal Infraero, que administra os aeroportos, terá uma fatia de até 49%.
Dessa forma, a SPE será uma empresa privada e ficará responsável por novas construções e pela gestão dos aeroportos. A nota acrescenta que, como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia.
O anúncio foi feito durante a reunião que ocorreu nesta tarde no Planalto e que foi convocada pela presidente Dilma Rousseff para discutir com governadores e prefeitos das cidades que sediarão a Copa de 2014 o andamento das obras para o evento esportivo.Editais
Decidido o modelo, o edital de concessão de novas áreas dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e de Brasília deve ficar pronto em dezembro.
A metodologia e os demais critérios do edital de concessão serão elaborados por empresas especializadas, devendo estar prontos em dezembro de 2011", informou a Secretaria de Aviação Civil em nota. "A Infraero continuará a implementar os investimentos previstos no seu planejamento estratégicos", acrescentou.
Aeroportos e Copa
Os aeroportos são considerados uma questão essencial para a realização da Copa e da Olimpíada de 2016 no Brasil, e o ritmo das obras já foi criticado por autoridades do país e do exterior.
Na semana passada, a Fifa alertou autoridades brasileiras em relação à infraestrutura de transporte das cidades-sede do torneio, especialmente sobre a operação e capacidade dos aeroportos.
Levantamento divulgado em abril pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicou que nove dos 13 aeroportos que estão sendo modernizados para a Copa não ficariam prontos a tempo para o evento, o que foi rebatido pelo governo.




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