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17 de jul. de 2011

Acidente da TAM completa 4 anos e familiares marcam encontro em SP

Na programação, missas e ato no local do acidente, ao lado de Congonhas.
Avião saiu da pista do aeroporto e bateu em prédio em 17 de julho de 2007.





Os familiares das vítimas do acidente com o avião da TAM, ocorrido em 17 de julho de 2007, irão se reunir neste fim de semana em São Paulo para lembrar os quatro anos da tragédia. A aeronave saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e bateu no prédio da empresa, em frente ao aeroporto, matando 199 pessoas. Os encontros começam um dia depois que a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra três pessoas pelo acident.

A Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Voo TAMJJ3054 (Afavitam) promove o encontro das famílias em um hotel na Zona Sul de São Paulo. No sábado (16), às 12h, será realizada uma missa na Catedral da Sé, no Centro, com a presença de familiares e amigos das vítimas.

No domingo (17), das 10h às 13h, acontecerá um ato ecumênico no local do acidente, na Avenida Washington Luís, para homenagear as vítimas. Segundo a associação, na ocasião será assinado um protocolo de intenções com a Prefeitura de São Paulo para a construção do Memorial 17 de Julho. “Ficou uma obra bonita, o objetivo do memorial é que aquilo fique marcado para que não volte a acontecer”, explica Dario Scott, presidente da Afavitam. Ele perdeu a filha de 14 anos no acidente.

Ainda no domingo, às 18h30, acontece uma missa na Catedral Metropolitana de Porto Alegre para os familiares que não irão viajar para São Paulo. Scott diz que o encontro deste fim de semana acontece em uma nova etapa, após a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo contra três pessoas por causa do acidente. “Agora começa uma nova etapa que é acompanhar o processo”, afirmou.

Denúncia
Após o recebimento da denúncia nesta sexta-feira (15), os réus serão citados e devem apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias. Foram denunciados criminalmente Denise Abreu, então diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac); Alberto Fajerman, que era vice-presidente de operações da TAM; e Marco Aurélio Castro, então diretor de segurança de voo da empresa. Para o MPF, que fez a denúncia na segunda-feira (11), essas três pessoas expuseram a perigo o Airbus que se acidentou.

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